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Palavra da Presidente

2021! Ano em que as mãos não sabiam se podiam tocar em objetos, se o mundo iria ser capaz de se comunicar pelos teclados, se a caneta seguiria escrevendo em meio daquele burburinho gostoso das ruas, salas de aula e até em família! Mãos perdidas num gesto de ¨não sei¨. Ahhhh.... 2021! As mãos perdidas, começaram a apontar a esperança. As mãos apontaram para a ciência, que veio certeiro no braço, dando espaço para um sorriso. Máscaras sempre, mas o brilho do sorriso dos olhos chegou com força. As mãos se juntaram em oração, quase se juntaram em pegar na mão do próximo para ter e dar força, mas estavam mais juntas do que nunca. E o braço? E o abraço? Os braços estavam lá, receosos sim, mas aos poucos foram tomando vulto. Doses de vida foram invadindo as células e o abraço foi dado com o coração. A Casa Azul usou as mãos mais do que nunca. Mãos no teclado, mãos nas canetas, mãos estendidas para as dificuldades dos seus colaboradores, educandos e famílias. Mãos que se esforçaram para proporcionar alegria, sabedoria e força. Os braços se estenderam para um enorme abraço (ainda distante) na missão da instituição. O abraço não parou e não mediu esforços para seguir. A mão, o braço e o abraço se uniram. Tocaram o coração de cada família da Casa Azul (colaboradores e educandos). O coração batia cada vez mais forte na esperança do ver, do rever e do sentir. Os barulhinhos dos corações começaram a ser ouvidos aos poucos, com cautela, mas se ouvia. E a Casa Azul abriu suas portas, abriu seus braços com valores mais fortes, com o sonho mais real e com a visão de que em 2022, e o reforço dos braços, o abraço será real. Mas o sorriso segue como uma gargalhada de criança que contagia a todos! Que em 2022 ecoem as risadas e as conversas em todos os cantos da Casa Azul Felipe Augusto, porque em nenhum momento deixamos de ter esperança de que tudo iria passar, que juntos poderíamos dar um grande abraço que demonstraria nossa força, nosso amor. Que venha 2022!!!!!

Daise Lourenço