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Sonhar para Voar

Sonhar para Voar

PROJETO SONHAR PARA VOAR

A grande maioria dos jovens e adolescentes sonham com o primeiro trabalho. Ansiosos para enfrentar esse mundo cheio de expectativas, almejam conseguir sua independência profissional e financeira. A inserção ao mercado de trabalho proporciona autoconfiança, aprendizado, crescimento pessoal, dentre outras habilidades e, pensando em contribuir na vida dos nossos jovens e adolescentes rumo à vida profissional, nasceu o projeto ‘Sonhar para Voar’ em 2019.

Em parceria com a Fundação Banco do Brasil (FundaçãoBB), o Projeto atende 80 jovens e adolescentes da Região Administrativa de Samambaia, com idades entre 15 a 25 anos, em situação de risco e vulnerabilidade social e tem como principal objetivo contribuir na formação profissional e cidadã dos educandos, bem como na sua inserção ao mercado de trabalho, além de promover o atendimento psicossocial e o desenvolvimento profissional de jovens e adolescentes.

O Projeto tem duração de 20 meses e oferta oficinas de design gráfico, noções administrativas, assistente de recursos humanos, operador de computador, assistente administrativo, empreendedorismo e de orientação cidadã e vocacional. As oficinas dão oportunidade aos participantes de se descobrirem e de desenvolverem habilidades nos campos da tecnologia, da inovação e gestão do conhecimento, além de aprimorar as relações sociais e fortalecer os vínculos familiares.

Devido à pandemia do novo coronavírus, toda a dinâmica das oficinas foi adaptada. As oficinas, antes presenciais, passaram a ser on-line. Para que todos os educandos participantes dessem continuidade ao programa educacional de forma EAD, a Casa Azul Felipe Augusto e a Fundação Banco do Brasil (FundaçãoBB) entraram em negociação e recursos financeiros foram remanejados para oferecer aos educandos 90 tablets e 90 chips (mensais) telefônicos com acesso à internet, uma vez que a grande maioria não obtém celular e computador com o referido acesso.

A meta de inserção dos educandos no mercado de trabalho proposta para 2021 foi ultrapassada. Até o final de janeiro de 2021 foi contabilizado mais de 25% dos educandos com contrato de trabalho ativo.